Hoje resolvi não escrever no post... vou deixar apenas o relato de uma mãe totalmente empoderada, que fez da chegada da sua filha um dia especialmente lindo. Ficou imenso, certamente o tempo que levamos para lê-lo é maior que o tempo do trabalho de parto da Érica! ;D
Um lindo parto natural hospitalar, tendo como equipe a parteira Giovana Fragoso, a obstetra Mariana Simões, neonatologista Dra. Otilia, a doula (e logo logo parteira também) Gisele Leal e eu, como parteira-cinegrafista-doula-fotógrafa. Infelizmente não tive tempo de fotografar o papai Bruno, mas ele está presente no post com uma imagem cedida pela Érica.
Com vocês...
Nascimento da Amora (Ananda)
Tenho certa resistência com cirurgias e muita aflição de cortes. Nunca tomei
ponto na vida, quando me machucava fazia minha mãe juntar a pele com
esparadrapo ou qualquer coisa que funcionasse parecido só pra não precisar ir
pro hospital ser costurada! Então quando descobri que estava grávida, já sabia
que não queria cesárea. O parto normal, embora não tão agradável, era o que
restava pra mim até aquele momento. Eu cheguei a me sentir mimada de “ter
opção” e mesmo assim continuar insatisfeita. Se todas as mulheres tinham filhos
daquele jeito (normal ou cesárea), porque eu achava ruim ter que passar por
aquilo? Mas eu achava, e nada me fazia mudar de ideia. Era humilhante ter que
ficar de pernas abertas pra quem quisesse ver, debaixo daquela baita luz de
centro cirúrgico, com alguém(ns) me mandando fazer “força, mãezinha!”. Eu devia
ser muito mimada mesmo, pra mim essa situação era uma exposição sem tamanho,
uma brutalidade. Lembro que a alguns anos, conversando com uma amiga, disse que
não gostaria que assistissem meu parto porque eu teria vergonha na hora.
Perguntei se aquilo era uma atitude egoísta, e ela fez que sim com a maior cara
de reprovação, como se minha preocupação com “a feiura” daquilo fosse um
capricho. Ué, ser mãe não era algo grandioso? Porque pra viver essa
transformação a gente tinha que ser tratada como incapaz? Que condição passiva
e diminuída, me dava vergonha sim! ...Mas ok né, se tudo corresse bem pelo menos
não iam abrir minha barriga, e eu não ia ficar andando corcunda encolhida por
um ano de aflição do corte. Escolhi dos traumas, o menor. Quando parei pra
pensar mais sério nisso, deu medo. Vi que não ia rolar e comecei a pesquisar. Foi
quando eu descobri a palavra doula! Tudo na internet que envolvia doulas trazia
informações surpreendentes e me levava a outros sites legais. Numa dessas,
truco: o parto normal também não favorece a fisiologia do corpo como pensamos que
faz! E não é uma experiência saudável emocionalmente também! De normal, o
processo só tem o nome. Meus questionamentos tinham toda razão em existir, e o
melhor, descobri uma terceira opção, o parto natural humanizado!
Sem intervenções desnecessárias (mas que são realizadas rotineiramente nos
hospitais), o parto humanizado envolve muito respeito e a valorização que o
nascimento merece (o de um bebê, o de uma mãe). Eu poderia ficar livre pra
andar e comer, poderia usar as minhas próprias roupas (ou nenhuma), poderia
escolher a posição mais confortável para parir, não fariam episiotomia (cortar
lá embaixo) se não vissem necessidade, se a bebê nascesse bem não sofreria
aspiração, o cordão só seria cortado depois que parasse de pulsar, etc! Nisso
eu via sentido! O Bruno, meu namorado, e
a minha mãe Suzana, viram o quanto era importante pra mim que acontecesse
daquela maneira e toparam entrar nessa comigo na hora. Era o apoio que eu
precisava.
A partir daí comecei a procurar por doula e médica humanizada. Aqui em
Itapetininga isso não existe. Chance de ter parto natural humanizado é zero, a
não ser se for domiciliar. Como no caso de transferência pra hospital eu
acabaria tomando uma cesárea, e como moro com mais pessoas, não me senti
tranquila pra isso. Fui encontrar uma doula super bacana em Campinas, a Renata
Olah, que me deu a indicação da Mariana Simões, médica humanizada também de lá.
...Me consultei com a Mari, a abordagem era totalmente diferente, ela não
estabelecia o ‘peso hierárquico’ que eu sempre sentia durante consultas com
outros médicos, enxergava respeito dela pela minha condição de grávida, achei
tudo! Ela me deu o contato do MAHPS (Movimento de Apoio a Humanização do Parto em
Sorocaba), onde eu conheci a Gisele, que é uma baita ativista da causa e doula...
foi amor à primeira vista, e como Sorocaba é bem mais próxima de Itapê, a
chamei pra me acompanhar.
Médicas obstetra e pediatra (Dra Otília, humanizada também – que não adianta eu
não sofrer intervenções desnecessárias e a bebê sofrer, né?)ok, doula ok,
Maternidade de Campinas ok. Teve uma tarde de despedida da barriga deliciosa
aqui em casa com a Gisele, ela sempre me deixou muito tranquila, confiava na
minha capacidade. Tudo pronto pra acontecer do melhor jeito! Isso merece ser
recordado, “procura aquela fotógrafa que faz um trabalho lindo!” Rsrs. Chamei a
Kelly pra clicar o parto, não é todo maio que dá Amora né? J
No dia 09 de maio
às 6h da manhã acordei com uma cólica leve. Coloquei bolsa de água quente e
nada de melhorar. Fui pra baixo do chuveiro, deu uma amenizada, mas continuava
lá. A Gisele tinha me mandado uma mensagem perguntando se tava tudo tranquilo,
e lá pelas 8h30 eu respondi que sim, só uns pródromos chatos que não queriam ir
embora (pródromos? ai, que anta!). Ela respondeu pedindo pra eu contar de
quanto em quanto tempo as contrações vinham, e eu fui marcando na maior
tranquilidade, achando que aquela regularidade era viagem minha (suave demais
pra ser...). Estavam de 4 em 4min (um pouco menos, mas eu não queria acreditar
e arredondei). Ela respondeu que estava saindo da USP e pra eu ligar pra
Giovana vir em casa me examinar, uma obstetriz que mora aqui em Itapê e é super
envolvida com o movimento de humanização. Mas ela sabia que eu não ligaria
porque estava descrente que era trabalho de parto e fez isso por mim. Aí a
Giovana me ligou perguntando se queria que ela viesse, e eu disse que voltaria
pro chuveiro pra ver se melhorava e que qualquer coisa retornava. Mandei uma
mensagem pro Bruno (que trabalha numa cidade próxima do Rio de Janeiro)
contando a situação, mas dizendo que era melhor que ele não saísse de lá ainda porque
tava com a maior cara de alarme falso. Ele saiu na mesma hora. ...Eu não sei
porque demorou tanto pra cair a minha ficha, talvez porque a dor estava muito
tranquila perto da que eu tinha me preparado pra sentir, e eu não queria todo
mundo parando tudo e pegando estrada pra chegar aqui e ouvir que as contrações
tinham cessado. 15 minutos no chuveiro e “tá, já tá todo mundo a caminho
mesmo”...chamei a Giovana. “Vem que não tá melhorando, não custa conferir né?”.
Ela chegou, conversamos um pouco, achamos melhor eu comer algo...Eram umas
10h30 quando ela me examinou e a maior surpresa: “Érica, 6 de dilatação!”.
Oi??? 6? Cheguei até lá na boa, achando que era alarme falso? Aí bateu
ansiedade, nem mala pronta eu tinha. Eu escolhi não fazer porque achava que
daria tempo de escolher as coisas de acordo com meu gosto pra aquele dia. Depois
do exame as contrações apertaram em intensidade, e fui colocando piscininha,
essência, bola de pilates, velas, tudo que não daria tempo de usar, menos
roupa, dentro da mala! Hahahaha! Eu não pensei em roupa, tanto que entrei no
carro de pijama mesmo. E putz... o
carro! Tudo que eu não queria era estar lá dentro dilatando dos 7 aos 10, mas
não teve jeito. Minha mãe colocou um cd, eu pedi pra tirar na hora... música
seria uma maneira de me situar no tempo, e eu tinha medo de ter noção do quanto
ainda faltava pra eu sair daquele banco de trás. Fui deitada com a cabeça no
colo da Giovana. Lembro que a maneira que eu encontrei pra aliviar as
contrações era vocalizando, e assim eu fazia. A Gi segurava minha mão e pedia
coragem. No meio da viagem o Bruno ligou dizendo que só tinha vôo às 16h, eu
lamentei no telefone, mas depois que desliguei fiz uma conta maluca mentalmente
e cheguei a acreditar que mesmo assim ele chegaria a tempo. Depois disso (eu
acho) a Gi disse pra eu ficar de quatro. Na primeira contração assim eu achei
que não ia conseguir manter a posição, já tava doendo muito e daquele jeito era
pior! Mas eu me mantive firme. Numa dessas veio junto um monte de “água”
quentinha e eu ensopei o shorts de pijama e o banco de trás inteiro. Nas
contrações que se seguiram sempre saía água. Mesmo com a dor eu me sentia
segura com a Giovana ali... se precisasse, minha mãe parava o carro e ela
saberia como agir. Claro que eu não queria que isso acontecesse, mas também eu
já tinha combinado comigo que entrar em desespero não era opção, e na estrada
menos ainda! Queria muito provar pra mim mesma o quanto eu podia ser forte, e
fosse como fosse, sairia daquilo tudo com minha filha nos braços muito orgulhosa
dela e de mim. Faltando uns 20 minutos (acho) pra chegar em Campinas, eu já
estava completamente em outro mundo. Precisava vocalizar bem mais alto pra
sentir alívio, acho até que comecei a gritar nas contrações. Quem via de fora
devia sentir dó de me ver naquela situação, uns bestas, porque eu tava era no
maior orgulho! Hehehe! Já dentro de Campinas (será?) a Gi me pediu pra respirar
pelo nariz e soltar pela boca “pra não fazer força”, mas era difícil controlar
porque meu corpo tinha vontade própria! rsrs Ah! E não é todo dia que as
pessoas tem oportunidade de ver uma maluca descabelada, com shorts de pijama
todo molhado, grunhindo alto e de quatro no banco de trás de um carro, espero
que os passageiros dos ônibus que emparelhavam com a gente nos semáforos só
tenham assistido e não filmado e postado no Youtube :D Até porque, sei lá se
sacaram que era trabalho de parto, porque naquela posição só dava pra ver minha
bunda. Possuída, talvez? Não deixariam de estar certos... eu tava completamente
tomada por uma força e coragem muito lindas, que acho que sempre foram minhas e
eu não sabia. Digo isso porque foi muito natural pra mim quando elas vieram, eu
simplesmente as reconheci. Só passando pra entender.
A Mari, a Gisele e a Kelly estavam na porta da maternidade quando chegamos, e
fui descer do carro no meio de uma contração... nessa hora cheguei a querer ficar
de quatro de novo, já que tava ruim mas era daquele jeito que eu tinha
aprendido a enfrentar. A Gisele veio correndo me abraçar e me manteve de pé,
ufa! Era muuuuito melhor. Entrei na maternidade daquele jeitão que os
passageiros dos ônibus viram, com a diferença de que agora o alvo das pessoas era
minha cara de que tava curtindo o maior barato em outro mundo, e não mais o
bundão :D
Completamente dilatada, toda guerreira e
no apoio quentinho do abraço da Gisele, fui andando até o centro obstétrico. No
elevador ela dizia que eu estava linda... que bom era aquilo.
Queria muito o Bruno me esperando lá na frente da maternidade junto com elas.
Queria que ele pudesse ter chego a tempo pra sentir orgulho de mim como eu
estava sentindo... só teria sido melhor se eu tivesse subido naquele elevador
abraçada nele, me sorrindo e dizendo que eu estava linda. Mas ele ainda estava
no aeroporto do Rio... saiu correndo quando eu ainda apostava que era alarme
falso, desceu a lenha na estrada pra chegar no guichê e ser avisado que o vôo
pra Campinas tinha saído fazia 5 minutos. Foi lá, sentado esperando que ele passou
o tempo enquanto a nossa filha nascia. Fiquei muito mal de pensar nisso nos
dias seguintes, porque o parto era nosso.
No centro obstétrico a Mari me examinou e confirmou dilatação total, fiquei
abraçada na Gisele e me deixei levar! Nessa hora, quando eu estava na
partolândia, não importava se estavam olhando, se iam me achar estranha, nada
externo me afetava (apesar de eu ter dito que tava sem corretivo e de pijama,
huahuah)... teve música (que eu não ouvi, soube depois).
(Partolââândia, entrega total)
Minha mãe sempre
lá, lindona. Contou que até massagem em mim fez. Sentei na banqueta de parto, a
Gisele ficou de apoio atrás de mim. Sugeriram que eu sentisse a cabecinha dela,
mas quando toquei tinha uma consistência macia... Era porque ela estava
empelicada, com a bolsa ainda recobrindo! Pegaram um espelho pra eu poder ver
também , eu disse que não queria e depois que queria. A Mari, a Otília, a Giovana,
a Gisele, a Kelly, minha mãe, estavam todas lá, pacientes e me apoiando
felizes, prontas pra dar o suporte que eu e a bebê precisássemos. Não sei
quantas contrações eu tive na banqueta, sei que a Amora veio muito rápido e
inteirinha em uma só! E eu achei gostoso! Hahahaha! A Mari pegou e me entregou. A bolsa só estava
na cabecinha e eu nem precisei desembrulhar meu presente! A pequenina me olhou
atenta nos olhos, sem chorar... linda, quentinha e cheirosa. Noooooossa!
(Nós, no momento
em que nascemos. Felicidade que não cabe! A Gisele atrás de mim, minha mãe
segurando meu cabelo e a Giovana do meu lado.)
Aí deram o cordão
pra eu sentir pulsando, eu peguei mas não senti coisa nenhuma, hauehuahaeh! Não
queria saber de mais nada, não entendia e não ouvia mais nada, eu tava
transbordando. Quando parou de pulsar minha mãe cortou. Depois de um tempo
comigo a Otília a pegou rapidinho e foi avaliar - sem aspiração nem picadas,
como todo bebê que nasce bem deveria ser recebido. Nem a mala dela (essa sim
tava pronta, toda belezinha) deu tempo de descer do carro de tão rápido que
foi, e se eu saí nas fotos (que ficaram maravilhosas por sinal! Kelly, você sabe
muuuito!) de pijama e descabelada, a Amorinha saiu com a roupinha do hospital.
Hehehe.
Levei dois pontinhos internos, bem menos do que se tivesse tomado uma episiotomia! Eles não incomodaram nada e caíram em uma semana, uma beleza! Tomei banho sozinha no mesmo dia. Só na manhã seguinte minhas pernas pararam de tremer, pernas trêmulas de coração apaixonado...
A Aluá, minha irmã, chegou logo depois do nascimento, e o Bruno chegou quando já estávamos instaladas no quarto. De noite ficamos eu, ele e a Amora lá. Foi a noite mais feliz da minha vida.

Levei dois pontinhos internos, bem menos do que se tivesse tomado uma episiotomia! Eles não incomodaram nada e caíram em uma semana, uma beleza! Tomei banho sozinha no mesmo dia. Só na manhã seguinte minhas pernas pararam de tremer, pernas trêmulas de coração apaixonado...
A Aluá, minha irmã, chegou logo depois do nascimento, e o Bruno chegou quando já estávamos instaladas no quarto. De noite ficamos eu, ele e a Amora lá. Foi a noite mais feliz da minha vida.
(Olha que linda, amor...)
A Amora nasceu às 14:20hs pesando 3225 gramas e medindo 50 cm, de um parto rápido, intenso e transformador na minha vida. Não foi como eu imaginei, não teve piscina, não foi no quarto, dei show no trânsito de Campinas,... mas isso fez parte da aventura! Mudar algo mesmo, só seria a ausência do Bruno. Mas eu também tenho que agradecer os imprevistos! A Giovana mesmo chegou aos 45 do segundo tempo e ufa! Foi minha obstetriz, peça essencial pra tudo dar certo! E com a Kelly não teve erro, as fotos ficaram lindas mesmo com a minha não-produção e com a Amorinha de gorrinho feito de gase do hospital! Huahauaha
A Amora nasceu às 14:20hs pesando 3225 gramas e medindo 50 cm, de um parto rápido, intenso e transformador na minha vida. Não foi como eu imaginei, não teve piscina, não foi no quarto, dei show no trânsito de Campinas,... mas isso fez parte da aventura! Mudar algo mesmo, só seria a ausência do Bruno. Mas eu também tenho que agradecer os imprevistos! A Giovana mesmo chegou aos 45 do segundo tempo e ufa! Foi minha obstetriz, peça essencial pra tudo dar certo! E com a Kelly não teve erro, as fotos ficaram lindas mesmo com a minha não-produção e com a Amorinha de gorrinho feito de gase do hospital! Huahauaha
O que é melhor
nem sempre é o mais simples... Quando a responsabilidade passa a ser nossa, tem
que ter coragem... Mas vale tanto a pena... poder ser mãe por você mesma, e
trazer seu filho ao mundo da maneira mais respeitosa e saudável pra ele não tem
preço!
Obrigada Gisele por ter me mostrado que o parto não precisa maltratar a mulher, e que ainda pode ser uma poderosa fonte de aprendizado na vida dela! Obrigada pelo encorajamento, pelo carinho, pelo suporte, e agora pela amizade J
Obrigada Giovana por ter se mostrado disponível e tão atenciosa desde a primeira vez que entrei em contato, e depois, em cima da hora, por ter garantido a nossa chegada em Campinas, você foi peça chave pra que tudo desse certo!
Mariana e Maria Otília, obrigada por terem sido capazes de desconstruir velhos conceitos. O trabalho de vocês é muito lindo e importante!
Obrigada Kelly, que prazer te conhecer! Que glamour suas fotos, mulher! Quanta sensibilidade e delicadeza. Vendo suas imagens é que as amigas ficam com água na boca pra ter parto natural... hehehe.
Obrigada dinda Aluá, não foi dessa vez que deu pra acompanhar também, mas sempre super presente na minha gravidez! Obrigada por amar tanto a pequena! Huahauaha. Você jogou fora junto comigo ideias empoeiradas, espero que aplique as novas no que puder, dentro do seu trabalho.
Obrigada mãe Suzana, que compreende o fundo da minha alma, que está ao meu lado sempre e fica feliz quando eu dou o melhor de mim, que fez o trajeto pra Campinas em 1h40, hihih!
Obrigada Bruno, por ter aparecido na minha vida, por ser tão leve, por botar fé em mim, por me apoiar. Você tava lá comigo o tempo todo, amor. Te amo. A Amorinha não foi programada mas mesmo assim a gente fez bonito. Hehehe. Obrigada por ela. Te amo de novo.
E Obrigada Amora Amor! Minha Ananda, meu alecrim! A bela causadora de tudo isso! Por você eu movi montanhas, e agora sei que também posso buscar as estrelas se você as quiser. Você é a expressão do amor mais puro e concentrado.
Agora as fotos 'extra' relato, por conta da fotógrafa ;D
Receber um carinho da vovó logo depois de sair da barriga da mãe é algo que só algumas poucas, e sortudas, crianças podem um dia dizer 'eu sei o que é'
Mãos sempre carinhosas da dra. Otilia
Dra. Otilia auxilia na amamentação... e não é que essa foto dá uma boa propaganda de esmaltes? :D
Olhando para esse rosto lindo, quem diz que acabou de parir? pirulito por conta de um 'furto' na loja do marido da doula Gisele :D
Carinho de doula não tem preço... :)





















